sábado, 24 de março de 2012

Vocês não querem ser campeões, pois não?...



Mais um jogo miserável!!!
O empate (0-0) com o Olhanense foi uma derrota total para as (poucas...) esperanças em conquistar o campeonato. Foi o (há muito anunciado...) canto do cisne...

O jogo foi, realmente miserável: jogado a 10 à hora; com os erros e insuficiências habituais; com passes falhados a 5 metros e a bola entregue nos pés dos adversários; com os jogadores a chegarem tarde à bola e a deixarem-se antecipar inúmeras vezes; com uma grande incompetência no último passe e no remate à baliza; sem criação de oportunidades de golo; e com um jogo estupidamente mastigado e lateralizado.
Aimar foi expulso com vermelho directo, aos 60 minutos, depois de ter entrado ao intervalo. Foi muito bem expulso, porque agrediu, de forma tão patética quanto gratuita, o adversário com quem disputou um lance em que ambos entraram de pé alto. Aimar, maldosamente, deixou a sua bota escorregar para a anca do adversário, levando a que o árbitro lhe mostrasse, justamente, o cartão vermelho. Ao contrário de defender o que não tem defesa, Jorge Jesus devia dar um público puxão de orelhas ao jogador, que já tem idade e experiência para se portar em campo de forma diferente. Prejudicou gravemente a equipa, sem tirar nem pôr. Puta que o pariu!!!

Não destaco nenhum jogador pela positiva (embora Maxi Pereira e, talvez, Luisão o merecessem...), porque a equipa deixou correr o marfim durante todo o jogo e só já em desespero de causa, mesmo no final do jogo, correu mais qualquer coisa.
Negativamente, referência para a estupidez de Aimar, para a reiterada burrice de Emerson (que voltou a ver mais um cartão amarelo por uma falta totalmente escusada...) e para Jorge Jesus, que retirou Nolito (mais velocidade pelas alas...) para colocar Aimar (jogo a passo, previsibilidade total das jogadas...).

De bom, mesmo, só facto de Emerson e Aimar ficarem de fora na próxima jornada...

De resto, em condições normais vamos acabar a jornada relegados para o terceiro lugar, e daí não devemos sair atá ao final do campeonato. Não sei, até, quando voltaremos a ganhar um jogo para o campeonato, uma vez que os próximos serão Braga (C), Sporting (F) e Marítimo (C)...
Esta vai ser uma época miserável: fomos eliminados da Taça de Portugal, estamos de saída da Champions, vamos acabar o campeonato fora dos dois primeiros lugares e tenho muitas dúvidas que, a jogar assim, se vença a final da Taça da Liga, com o Gil Vicente.

Espanto-me por ver que ainda há sócios e adeptos a justificar o injustificável, culpando as arbitragens (porra, já enjoa!!!...), achando que, quando a entrega ao jogo é pouca, é porque os jogadores se estão a poupar para o futuro, enfim... enterrando a cabeça na areia!!!
José Augusto bem tenta, na Benfica TV, dizer que o Benfica nunca foi isto, e que os jogadores tem de ser profissionais sempre, e não apenas a espaços, mas há sempre uns Pedros prontos a branquear as acções das prima-donas...

Fartei-me. Mesmo!!!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Há gajos sem pinga de vergonha!!!...



O peidoso compulsivo do porco da costa, no final do jogo de ontem, teve a escabrosa falta de pudor de afirmar que o árbitro... tinha tido influência no resultado!!!...

Num jogo sem, rigorosamente, nenhum caso ou lance duvidoso, este grandessíssimo filho de puta tem a lata de vir falar da arbitragem!!!
Para mais quando, há cerca de duas semanas, o árbitro lhe ofereceu (é mesmo esse o termo mais ajustado...) uma vitória ao cair do pano, num lance inequivocamente irregular, com um duplo fora-de-jogo e uma falta sobre o nosso guarda-redes...

Bem, no fundo, talvez o porco da costa possa dizer que o CRAC foi prejudicado, uma vez que a regra é ser sempre beneficiado, carregado ao colo, em todos os jogos. Nessa medida, o senil frequentador das mais rascas casas de alterne do norte terá razão. Afinal, o árbitro não marcou aquele penalty que iria acontecer quando uma ténue brisa atirasse violentamente ao chão, em pleno círculo central do campo, o atacante que estava calmamente sentado no banco de suplentes...
Realmente, não há direito...
PQP!!!!!

É difícil jogar à Benfica?...


Afinal, pecou por escassa a vitória (3-2) sobre o CRAC para a Taça da Liga...
Escassa porque, além dos golos apontados, os ferros da baliza adversária defenderam mais três remates com selo de golo!

Mas, afinal, o que é que mudou em relação aos últimos jogos?
A mudança mais notória foi que, ontem, se jogou com garra, com humildade e querer. Jogou-se, portanto, à Benfica!
Houve erros? Sim, muitos. Em especial depois de termos feito o 1-0, logo aos 4 minutos, e no decorrer da 2ª parte. Houve passividade? Sim, alguma. Nomeadamente depois da nossa vantagem inicial. Houve incompetência na hora de finalizar? Sim, houve. Embora, também, com muito azar à mistura...
Mas houve, claramente, uma vontade inequívoca de vencer, sem inventar e sem entrar em vedetismos. E foi aí que esteve a chave da vitória. Apesar da bola ter teimado, inúmeras vezes, em não entrar...

Depois do 1-0, obtido num lance de grande classe e muita garra do Maxi, sofremos o empate num remate inofensivo (e consentido...) do argentino Lucho, que desviou em Javi Garcia e traíu Eduardo, já lançado para o lado contrário. E pouco depois, na marcação de um canto, o francês Mangala subiu à bola, sozinho, entre os centrais, muito passivos, e fez o 1-2. O jogo tomava parecenças com os últimos desafios: passividade total, muito pouco voluntarismo, erros individuais e colectivos, enfim...
Só que, depois de ter estado alguns minutos perdida em campo, a equipa reagiu e exibiu um comportamento guerreiro e uma vontade enorme de vencer, e foi empurrando o adversário para junto da sua baliza, criando sucessivos lances de ataque e ameaçando marcar a qualquer momento. E, mesmo depois de Nolito ter feito o emapte a 2-2, pouco antes do intervalo, o resultado ainda era injusto. Pelo meio ficaram 3 bolas nos ferros na baliza de Bracali, e mais uma mão cheia de situações de golo eminente, finalizadas não da melhor maneira, ou defendidas pelo guardião adversário.



Na 2ª parte, já com Gaitán e Cardozo em campo (substituíram Bruno César e Nélson Oliveira), o argentino fez um passe espectacular para o paraguaio que, ganhando em corrida ao central adversário, rematou de pé esquerdo, ainda de fora da área, fazendo um golo de belo efeito.
Daí até ao final a equipa foi mais cautelosa, mas esteve sempre mais perto de voltar a marcar do que o adversário. Quase no final do tempo regulamentar Luisão ainda rematou, com muito perigo, à entrada da grande área, para uma defesa in extremis de Bracali.

No jogo de ontem gostei das exibições de Cardozo, Maxi Pereira e Witsel. Aimar, Nolito, Gaitán e Luisão também estiveram globalmente bem. Nélson Oliveira não esteve muito bem, mas acabou por cumprir, o mesmo acontecendo com Capdevilla. Muito sinceramente, acho-o bem mais consistente que Emerson, mesmo se não se incorpora tanto no ataque como o brasileiro. Eduardo esteve seguro e não teve culpas em nenhum dos golos. Os menos eficazes ontem foram Jardel, Saviola e Bruno César, embora não tenham estado assim tão mal...

Este jogo foi radicalmente diferente dos anteriores...
Se jogar concentrado, com garra, humildade e sem vedetismos bacocos e escusados, o Benfica pode vencer os seus jogos. Se voltar a pautar as suas exibições pelos mesmos moldes das últimas partidas, então é esquecer qualquer objectivo que se tenha, interna ou externamente...

Afinal não é difícil jogar à Benfica...

sábado, 17 de março de 2012

VÃO-SE FODER !!!!!!!...............



Com mais uma exibição miserável - correcção: execrável, durante toda a 2ª parte!... - uns fulanos que usaram uma camisola encarnada marcaram 3 golos a um paupérrimo Beira-Mar, que deverá estar de saída, de gatinhas, para um patamar inferior no nosso futebolzinho...
Com 3-0 aos 3 minutos da 2ª parte, os tais fulanos vestidos de encarnado decidiram envergonhar os adeptos que estavam no estádio, mais os que, como eu, já decidiram não voltar lá nos próximos tempos, mais concretamente enquanto durar o actual estado de coisas.

Depois de, nas anteriores quatro jornadas, terem desbaratado uma confortável vantagem pontual - passando de 5, e 8 pontos, respectivamente sobre os 2º e 3º classificados, para uma desvantagem de 1 ponto, e uma igualdade pontual, relativamente a esses mesmos adversários - eis que se apresentam, hoje, em pleno Estádio da Luz, com uma exibição absolutamente execrável, sem chama, sem querer, sem qualquer ponta de dignidade, limitando-se apenas a deixar, literalmente, passar o tempo, durante toda a 2ª parte, e permitindo, inclusivamente, que o paupérrimo (mas, esse sim, digno e aguerrido) adversário desta noite, até marcasse um golo, ao cair do pano. Isto, num campeonato onde a diferença de golos até poderia ser importante...
(Digo, poderia, porque já não será, certamente. É que o Benfica, a jogar assim, não sei se não será, até, alcançado pelos viscondes falidos...)

Sinceramente, só me apetece gritar, a plenos pulmões: VÃO-SE FODER !!!!!!!...............

quarta-feira, 14 de março de 2012

Não nos desiludam! Acabem com a SporcTV!



Só quando ferirmos, de morte, o sistema, poderemos ter alguma verdade desportiva...
Por isso, é imperioso deixar de alimentar os porcos, corruptos e outros quejandos que, à nossa conta, se vão enchendo, ao mesmo tempo que, com o que nos tiram, vão alimentando um sistema corrupto de favores e proveitos, de fruta e leite para dormir, de férias pagas e aconselhamentos matrimoniais, que falseia toda a verdade desportiva.
Acabemos, de vez, com a teta que amamenta dirigentes mafiosos, árbitros que se vendem, comentadeiros e paineleiros que se prostituem profissionalmente e, até, jogadores que se deixam corromper. Acabemos, de vez, com a SporcTV!!!
Espero que tenha razão Rui Gomes da Silva, quando diz que o não (será para manter?...) do Benfica à SporcTV não tem a ver apenas com razões económicas e financeiras, mas também com questões mais profundas, de ordem editorial e do foro deontológico da informação...

Dirigentes do Benfica, façam o favor de não nos desiludir!!!...

terça-feira, 13 de março de 2012

Vitória feliz, com exibição miserável...


A vitória de ontem (1-2) sobre o Paços de Ferreira, na Mata Real, só valeu pelos 3 pontos que representou. Por nada mais...
Foi uma exibição miserável, praticamente durante toda a partida, mau grado algumas ocasiões de golo criadas... e escandalosamente falhadas. Como tem sido habitual, aliás!
Sinceramente, não compreendo como é que um grupo de trabalho que já está junto há bastante tempo, sob as ordens da mesma equipa técnica, que usufrui de excelentes condições, conta com o apoio de uma massa adepta fervorosa (e numerosa) e que transforma qualquer estádio num mini Estádio da Luz, como se viu ontem em Paços de Ferreira, consegue a proeza de jogar de forma tão desligada, tão pobre e tão amorfa como tem vindo a fazer, de forma mais evidente nos últimos tempos...

Foi uma vitória muito feliz, depois do Paços de Ferreira ter estado a vencer e, mesmo, poder ter ampliado a vantagem.
O mais curioso é que, mesmo sem estar a jogar nada, o Benfica criou, pelo menos, quatro boas ocasiões de golo (Cardozo, com duas, Nolito e Saviola), antes do golo do Paços de Ferreira, que não foram transformadas.
Mas o facto é que os nossos jogadores não tinham garra, jogavam a passo e (muito!) para os lados e para trás, não pressionavam os adversários, chegavam sempre tarde à bola, falhavam passes atrás de passes, enfim... uma coisa absolutamente miserável!
No golo do Paços de Ferreira, marcado por volta dos 30 minutos, Artur defende um primeiro remate, depois de não ter sido capaz de segurar um cruzamento da direita da nossa defesa, e a bola fica à mercê de três jogadores nossos, à frente da baliza, sem que nenhum seja lesto a aliviar o lance, permitindo que o avançado do Paços remate para o fundo das redes. Esse lance foi o espelho das facilidades que a defesa concedeu, à semelhança do que tem sido habitual ao longo de todo o campeonato, salvo honrosas, e muito esporádicas, ocasiões...


Ao intervalo entraram Gaitán e Nélson Oliveira para os lugares de Nolito e Saviola, mas o nosso jogo continuou com o mesmo ritmo, sem qualidade, sem chama e sem consequência. O Paços podia ter feito o segundo golo, e até teve uma bola no poste. Só depois de transposto o primeiro quarto de hora da segunda parte é que o jogo mudou qualquer coisa, com Nélson Oliveira a aparecer mais interventivo e a mexer com a dinâmica de ataque da equipa.
E, numa incursão pela direita, Nélson cruzou para o centro da grande área, Cardozo fez-se à bola mas deixou-a passar para Gaitán que, de primeira, rematou para o fundo da baliza. Cerca de 5 minutos depois, na marcação de um livre à entrada da grande área do Paços, descaído para a direita do nosso ataque, Bruno César, de pé esquerdo, fez a bola sobrevoar a barreira e entrar, a meia altura, rente ao poste esquerdo da baliza do Paços de Ferreira, sem hipóteses de defesa para o guarda-redes.


Daí até final, o jogo passou a estar controlado, e ficou mais fácil quando Michel viu o 2º cartão amarelo, e o consequente vermelho. E mais ainda quando, nos últimos minutos da partida, Ricardo foi expulso, com vermelho directo, por uma entrada assassina sobre Bruno César, que este evitou ao saltar atempadamente.

A exibição foi, globalmente, paupérrima. Miserável, mesmo.
Também em termos individuais as coisas estiveram muito mal. Artur, desta feita, esteve bem, embora pudesse ter feito mais no lance que deu o golo do Paços de Ferreira, já que não segurou, como devia, o cruzamento, rasteiro, feito para o interior da pequena área. Bruno César, em especial na parte final do jogo, tal como Witsel, foram dos menos maus. Nélson Oliveira deu alguma vida ao ataque, tal como Gaitán, pela esquerda, mas ambos ficaram aquém do que deviam. Javia Garcia e Maxi Pereira foram lutadores, mas as coisas não saíram bem. O resto da defesa (Luisão, Jardel e Capdevilla), tal como Nolito, Saviola, Cardozo e, depois, Rodrigo, que rendeu o paraguaio, estiveram bem abaixo do que se exigia...



Pior do que a má exibição do Benfica só mesmo a pulhice de (mais) uma arbitragem na linha das dos últimos encontros...
Desta vez, coube-nos um árbitro que, ou muito me engano, ou será o menino-de-oiro do sistema  muito em breve. Ontem, conseguiu a proeza de não assinalar três (sim, três!!!...) penaltys claros, daqueles que não deixam quaisquer dúvidas, a favor do Benfica: um abraço (literalmente um abraço!!!...) de um defesa do Paços ao Jardel, impedindo-o claramente de saltar à bola, na sequência de um canto; uma obstrução, claríssima, do defesa do Paços de Ferreira a Bruno César, derrubando-o quando a bola já tinha passado; e uma rasteira, por trás, a Nélson Oliveira, quando se encaminhava para a baliza, com a bola controlada. O mais ridículo, e tristemente escandaloso, é que Bruno Esteves acabou por mostrar cartões amarelos a Bruno César e a Nélson Oliveira... por simulação!
Foda-sssssssseeeeeeeeeeeeeee!!!

PS - Bruno Esteves está a seguir, curiosamente (ou talvez não!...) os mesmos passos de Pedro Proença...


domingo, 11 de março de 2012

Bruno 'pedaço-de-merda' Alves - take 2



No final do jogo da última 3ª feira, o monte de esterco (sem ofensa para o esterco...) do Bruno 'pedaço-de-merda' Alves esteve no flash-interview.
Vomitando um ódio medonho - que nunca conseguiu disfarçar... - pelo clube que, outra vez, lhe fez a vida negra, não foi capaz de reconhecer o mérito do Benfica (e não admitiu o demérito do Zénit...), nem lhe endereçou parábens ou votos de sucesso para o restante da prova.
A única coisa que conseguiu fazer foi repetir que era português, que não tinha nada contra o Rodrigo ou qualquer outro jogador, e que devia ter sido tratado como um português que vem jogar ao seu país.

Fernando Pessoa disse, com grande propriedade e inteligência, que a sua pátria era a língua portuguesa.
A minha verdadeira pátria é o Benfica. Mas é, também, a língua portuguesa, sim senhor.

Bruno 'pedaço-de-merda' Alves não cabe no minha definição de pátria. Primeiro porque, graças a Deus, não é benfiquista (ufa!!!...). Depois, porque, embora da sua cloaca superior lhe brotem grunhidos que podem soar a português, a sua verdadeira língua é o palermês, dialecto indígena falado na região sul do território galego, mais propriamente numa aldeia ridícula e insignificante conhecida como a Palermo do oeste da europa...
Bruno 'pedaço-de-merda' Alves, tive pena de não ir ao estádio, porque assim não pude, presencialmente, assobiar-te nem chamar-te filho de puta...