terça-feira, 7 de maio de 2013

Acabou...


 
Acabou!!!...
Os últimos dois meses representaram um período muito complicado da minha vida e, embora tenha continuado a acompanhar, tanto quanto possível, o Benfica, não tive condições de vir aqui deixar registo dos meus sentimentos e emoções. Com muita pena minha, obviamente, porque o Benfica representa muito, mesmo muito, na minha vida...
 
Regressado a uma vida mais normalizada - e animado pelos últimos resultados (que não pelas exibições...) - e embora ainda bastante fragilizado, decidi voltar à Catedral da Luz, desejoso de uma alegria in loco.
 
Faço aqui um parentesis para registar que passei todo o fim de semana com uma desagradável sensação de insegurança, de desgraça, que se acentuou durante a tarde de ontem. Quando ia para o estádio, ainda estive inclinado a voltar para trás, mas...
 
Bem, mas ao contrário da alegria que tanto queria ter, com a nossa casa quase completamente cheia de benfiquistas, foi uma das maiores desilusões da minha já longa vida...
Que cruel decepção...
Como é possível que os nossos jogadores tenham defraudado aqueles milhares que estiveram no estádio, e os muitos milhões que acompanharam o jogo, um pouco por todo o o mundo?!?!? Uma exibição pobre, paupérrima mesmo, sem chama, sem garra, sem força, física ou anímica...
Quando tínhamos tudo para dar um passo decisivo na direcção da conquista do título, quando tínhamos de manter a diferença pontual de quatro pontos para o adversário directo, antes de o visitar no seu reduto, como foi possível fazer um jogo daqueles?!?!?...
 
 
Acabou...
Acabou, mesmo!!!...
Como li num comentário, esta tarde, na Tertúlia Benfiquista, também para mim uma parte muito substancial da minha alegria e boa disposição depende dos resultados desportivos que o Benfica consegue. Ou não consegue...
Infelizmente, nos últimos tempos, as expectativas têm estado altas, têm confirmado alguma vantagem mas, depois, temos caído a pique...
Este ano, pela terceira vez consecutiva, vamos, quase garantidamente, morrer na praia. De modo inglório, e mais uma vez por culpa única e exclusivamente própria, diga-se...
 
A minha condição não me permite assistir a mais essa tragédia. Estou muito fragilizado, e nutro uma brutal e desmedida paixão pelo Benfica. Tenho, por isso, de me manter tão afastado quanto me for possível.
Por isso, para mim, esta época acabou...
Independentemente do que forem os seus frutos, não volto a escrever tão cedo.
 
Tenho a alma a sangrar...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Triste vitória feliz...


 
Sem convencer, o Benfica venceu, ontem, o Beira-Mar, em Aveiro, por 1-0.
Foi uma vitória feliz, numa exibição cinzenta e triste.
É certo que valeu três pontos. E até valeu a liderança, porque o CRAC (clube regional assumidamente corrupto) empatou em Alvalade (0-0). Mas, para mim, a situação do nosso futebol, da sua qualidade e consistência, continua a preocupar. E muito!...
 
A equipa até começou bem, com uma boa atitude e com uma dinâmica adequada...
Logo no primeiro minuto, Lima podia ter inaugurado o marcador, mas, com o guardião adversário no limite da sua grande área, o nosso avançado falhou (por pouco, é certo...) o chapéu.
Aos 16 minutos, Cardozo marcou, de penalty, o golo que fez o resultado e nos deu a vitória. Mão na bola de Hugo, a desviar o esférico que seguia em direcção à baliza. Incontestável, a grande penalidade.
Com o decorrer do tempo de jogo, o Benfica foi perdendo gás, embora o Beira-Mar nunca tivesse verdadeiramente preocupado a nossa defesa.
 
Na segunda parte, o Benfica baixou drasticamente o ritmo, permitindo que o Beira-Mar começasse a acreditar que era possível discutir o jogo.
Embora no plano teórico a postura do Benfica pudesse resultar bem, cedendo a iniciativa de jogo ao adversário, para sair em contra-ataque, a verdade é que a nossa saída para o ataque foi sempre lenta, sem ideias e, na maior parte das vezes, até não assumida pelos nossos jogadores que, inúmeras vezes, chegaram às imediações da área adversária e... voltaram, a jogar para tráz. Uma atitude que me pareceu estupidamente imbecil, e claramente contrária ao que devia ser o objectivo da equipa: marcar pelo menos mais um golo, para dar alguma margem de manobra no controle do jogo.
A verdade é que nos fomos pondo a jeito de poder sair profundamente desiludidos de Aveiro...
Pouco depois dos 60 minutos, Gaitán rendeu Ola John, mas a feição do jogo não se alterou. Ou seja, continuámos lentos, previsíveis e a jogar muito para trás e para os lados.
Mesmo assim, aos 70 minutos Gaitán correu ao longo da linha de fundo e cruzou, rasteiro, da esquerda do nosso ataque, para o interior da pequena área, onde estava Cardozo. A bola passou por todos, e também por Cardozo que, a cerca de um metro da linha de golo, deixou a bola atravessar à sua frente, sem colocar o pé, no que poderia ter sido um golo de facílima execução. Uma falha inaceitável, apenas compreensível quando se joga sem a indispensável concentração competitiva.
E, pouco depois do minuto 75, Lima, à meia volta, no limite da pequena área, rematou de pé direito, fazendo a bola passar ligeiramente ao lado do poste direito da baliza aveirense.
E, da nossa parte, daí até final do jogo, nada mais houve, digno de registo.
O Beira-Mar, por seu lado, foi-se tornando cada vez mais atrevido, e Artur teve de se aplicar por mais de uma vez.
Em resumo, foi mais um jogo em que acabámos com o credo na boca, quando podíamos (e devíamos!!!...) ter construído uma vitória tranquila.
 
O Benfica alinhou com: Artur; Maxi Pereira, Luisão, Garay, Melgarejo; Matic, Enzo Pérez, Salvio (André Almeira, aos 89 m.), Ola John (Gaitán, aos 60 m.); Cardozo (Carlos Martins, aos 73 m.), Lima.
Pelo futebol apresentado, não há destaques a fazer, pela positiva. Todos os jogadores tiveram prestações globalmente pobres, à excepção de Artur, que foi eficaz e esteve seguro. Mesmo Cardozo e Lima, que foram lutadores, estiveram bsatante aquém do aceitável...
 
 
Uma nota final, para registar que me assusta a pouca exigência e o grau de aceitação que um número significativo de adeptos permite à qualidade, consistência e eficácia do nosso futebol. Acompanhei o pós-jogo na Benfica TV e fiquei estarrecido com os comentários de muitos adeptos, que acharam natural que o Benfica tivesse jogado como jogou, e sofrido como sofreu, para levar de vencida uma equipa que segue no último lugar da classificação...
F***-**!!!!!!!.............

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

VÃO INVENTAR P'RÓ C******!!!


 
Depois de dez dias fora do país, que merda de recepção!!!...
Se calhar devia ter ficado lá longe...
 
Depois de uma vitória, miserável - e de uma exibição ainda mais miserável!!!... -  sobre a Académica (1-0, na Luz, marcado de penalty já em tempo de compensação)...
Depois de uma vitória, feliz, sobre o Bayer Leverkusen (2-1, na Luz, para a Liga Europa), com uma exibição quase a raiar o inconcebível, em termos de postura, discernimento e eficácia, que, felizmente, só acompanhei à distância...
Depois de uma vitória, convincente, sobre o Paços de Ferreira (3-0, na Luz, para a Liga), que tive ocasião de ver em diferido, gravado da TV...
 
... Uma exibição hedionda, em Braga, na meia final da Taça da Liga!!!
Empate (0-0) e eliminação no desempate por penalty's...
 
Com uma equipa que não lembrava ao mais atrasado mental técnico de futebol (Artur, André Almeida, Luisão, Jardel, Melgarejo, Roderick, Carlos Martins, Gaitán, Urreta, Rodrigo e Cardozo - ?!?!?!?!?!?!?!?!?...), o resultado só podia ser o que foi!!!...
E, no desempate, para marcar as penalidades, escalar Luisão e Roderick, ou ainda Gaitán, que é mentalmente muito débil, é uma coisa que não lembra ao diabo!!!...
 
VÃO INVENTAR P'RÓ CARALHO!!!
 
SE ERA PARA SAIR DA TAÇA DA LIGA, PODIAM TÊ-LO FEITO MUITO ANTES, E POUPAVA-SE O ESFORÇO AOS "MENINOS" E A "JASUS"!!!
 
 
 
PS - 28 de Fevereiro de 2013: 109º aniversário do SLB...
Belo presente para os benfiquistas, no aniversário do clube...
Cambada de imbecis!!!....

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Foi bom... o resultado


A 1ª mão dos 1/16 de final da Liga Europa, disputada com o Bayer Leverkusen, em Colónia, na Alemanha, saldou-se por um bom resultado... e numa exibição pobre, embora esforçada.
A vitória (1-0) foi garantida por um golo de Cardozo, numa execução individual de bom nível e com grande frieza. A frieza que não teve no jogo do passado domingo, na Madeira...
 
A equipa surgiu com um desenho diferente: Artur; André Almeira, Luisão, Garay, Melgarejo; Matic, André Gomes, Urreta, Ola John; Gaitán, Cardozo.
Com Gaitán na posição de playmaker, a equipa geriu, com alguma contenção, os primeiros momentos do jogo.
A verdade é que, com André Gomes a jogar perto de Matic, com uma defesa contida nas acções ofensivas, e com os alas - Urreta, na esquerda, e Ola John, na direita... - a ajudarem na cobertura, e ainda com Gaitán a cair na zona onde estava a bola, o futebol do Bayer foi sendo anulado.
Em contrapartida, em termos atacantes, o Benfica foi muito pouco intenso. Só à passagem do quarto de hora é que nos acercámos da baliza adversária, com Ola John a rematar, depois de driblar dois adversários, mas a não acertar na baliza. E no lance imediato, foi Urreta a ser isolado por André Gomes, sobre a esquerda do nosso ataque, mas a precipitar-se na hora do remate, fazendo-o ainda longe da baliza, com pouca força e para as mãos do guarda-redes alemão.
Entretanto, o Bayer ia insistindo, aqui e ali criando algum perigo, que a nossa defesa ia conjurando como podia.
As condições atmosféricas também eram adversas, com o frio e a neve a serem uma constante...
Aos 25 minutos, André Almeida protagonizou talvez o lance de maior perigo da 1ª parte, com um potente remate, de pé direito, que passou um pouco acima da barra da baliza do Bayer.
De resto, e até ao final, apenas mais uma jogada digna de referência, com Matic a ir até à linha de fundo, mas a demorar bastante o passe e a permitir o corte de um defesa adversário, para canto. Do qual nada resultou, como tem sido corrente acontecer...
Ainda antes do intervalo, André Gomes, que estava a fazer um jogo interessante, lesionou-se e teve de ser substituído. Para o seu lugar entrou Enzo Pérez, aos 40 minutos.
Em resumo do que foi a 1ª parte, pode dizer-se que o Benfica conseguiu anular os ataques do Bayer, mas esteve demasiado contido no ataque, embora tenham existido duas boas ocasiões para marcar. Pouco, muito pouco, para as necessidades...
 
 
A 2ª parte começou com toada uma mais forte do adversário, e com a nossa defesa a passar por situações de algum aperto, permitindo remates de relativo perigo que, felizmente, não levaram a melhor direcção.
Nesta fase estava mais difícil trocar a bola, falhando-se passes de forma incrível, fruto de alguma falta de calma.
Nesta fase da partida, o melhor eram os cânticos que os cerca de cinco mil adeptos benfiquistas entoavam, no apoio à equipa. O resto era muito pobre...
Ainda antes de atingir o primeiro quarto de hora da 2ª parte, Urreta foi substituído por Sálvio, passando Ola John para o lado esquerdo e indo o argentino fixar-se sobre a direita.
Pouco depois, aos 62 minutos, e depois de um pontapé de canto em que o Bayer quase marcava, aconteceu o golo do Benfica. Salvio correu pelo flanco direito e entregou em André Almeida, e este fez um passe atrasado, desde as imediações da linha de fundo. Gaitán deixou a bola passar para Cardozo que, depois de a desviar de um defesa e de ficar na cara do guarda-redes adversário, picou-a por cima deste, cruzada, fazendo-a entrar na baliza, do lado contrário. Um belo golo, com um toque de classe que até nem é muito habitual no paraguaio.
A perder, o Bayer reagiu e intensificou o ataque. Nos minutos seguintes, Artur teve trabalho redobrado e, aos 66 minutos, fez duas boas defesas consecutivas, num remate frontal e na recarga à sua primeira defesa, negando o empate aos alemães. Neste lance, existiu alguma permissividade da nossa defesa, nomeadamente dos centrais e do trinco. E passados dois minutos, na sequência de um livre, mais um remate muito perigoso, de cabeça, com a bola a passar ligeiramente por cima da trave da nossa baliza.
Com o Leverkuzen balanceado no ataque, abriram-se mais espaços para podermos jogar, em contra-ataque. E aos 70 minutos, Ola John, isolado na esquerda, por Cardozo, teve ocasião para fazer o 2-0, mas o chapéu acabou por ir cair sobre a malha superior da baliza do Bayer, com o guarda-redes colocado quase sobre a linha limite da sua grande área. Uma oportunidade flagrante, desperdiçada por precipitação do holandês...
Pouco depois dos 70 minutos, Lima substituíu Cardozo no ataque, mas o brasileiro não trouxe muito ao jogo, também porque nesta altura o Benfica já apresentava algum défice físico e defendia mais do que atacava. Este foi o período menos bonito do jogo, com alguma atrapalhação nas tarefas defensivas, muita falta de clarividência e calma nas saídas para o ataque, e uma grande ineficácia nas acções ofensivas. Prova disso foi, novamente, Ola John, aos 82 minutos, quando, isolado por um passe em profundidade de Luisão, ficou na cara do guarda-redes Leno e se deixou antecipar por este, quase sobre a linha limite da grande área, falhando o chapéu que pretendia fazer.
Os últimos minutos foram realmente muito maus, com o Benfica a não conseguir controlar a bola e insistindo nos despejos para o meio campo do Bayer, onde estava Lima, quase sempre sozinho. Nesta fase, ainda aconteceram duas situações de contra-ataque, mas o último passe nunca saiu bem...
Artur, que até essa altura tinha estado bem, quase deitava tudo a perder quando, no primeiro de três minutos de compensação, numa reposição da bola em jogo, a colocou nos pés de um adversário, na zona central do terreno. Valeu a pronta pressão do nosso sector mais recuado...
 
 
E, na última jogada do desafio, num lançamento aéreo, comprido, para a zona da meia-lua da nossa grande área, um atacante alemão isolou, com um passe de cabeça, um companheiro que, à saida de Artur, lhe passou a bola por cima, surgindo Melgarejo, também de cabeça, quase sobre a linha de golo, a despachar a bola pela linha final...
 
Em suma, foi uma vitória muito suada, e muito feliz, num jogo em que fizémos menos do que deveríamos ter feito, embora contra um adversário forte, que ainda não tinha consentido qualquer golo nos jogos europeus, em sua casa.
A eliminatória está longe de estar resolvida e, se quisermos seguir em frente, não poderemos repetir, na Luz, na próxima 5ª feira, a mesma exibição da Alemanha!
Ao contrário do discurso oficial de Jorge Jesus, eu acho que os benfiquistas não menorizam a participação na Liga Europa. Pelo contrário. O Benfica deve entrar em todas as competições, sejam elas quais forem, sempre para ganhar. E, para isso, deve empenhar os seus meios mais adequados.
Apesar de tudo, acho que devemos dar, sempre, a máxima atenção ao campeonato. Essa deve ser a nossa prioridade maior, até porque não nos podemos contentar em ser, apenas, o primeiro dos últimos.
Para evitar isso, é preciso vencer todos os jogos, a começar já pelo do próximo domingo, com a Académica. Como já devia ter acontecido no passado domingo, na Madeira...
Se não jogarmos sempre, do primeiro ao último minuto, no limite das nossas possibilidades, não conseguiremos atingir os nossos objectivos.
 
No Benfica ninguém deve ficar aquém dos seus limites. Só cumprindo essa máxima é que conseguimos chegar aos sucessos já obtidos, que honram a história do clube e que nos enchem de orgulho...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Até que a morte os separe...



Até que a morte os separe...
 
A pergunta que se impõe é se demorará, ainda, muito mais até que ele morra...
Por mim, pode ser já hoje!!!
 
A este filho da puta, o mínimo que se lhe pode fazer é dar a possibilidade de refazer toda a dentição...
Ou permitir-lhe que tire a carta de condução para cadeira de rodas!!!...
 
Mete nojo, este monte de esterco!!!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Abaixo de miserável...


Na Madeira, terra de conhecidos palhaços autótocnes... e paraíso procurado por muitos outros palhaços, fizémos, esta tarde, uma exibição m-i-s-e-r-á-v-e-l!!!
A equipa não quis destoar da quadra carnavalesca, nem... dos autóctones e dos outros palhaços. Uma palhaçada, que não teve qualquer graça para os milhares de benfiquistas que, como eu, vivem e sofrem profundamente com as incidências do mundo benfiquista.
O adversário - CD Nacional, presidido por um dos mais conhecidos palhaços autóctones, e orientado por um dos mais asquerosos rostos do futebol tuga - é do mais paupérrimo que o nosso campeonato tem. Jogámos quase zero, e eles ainda jogaram menos que nós. Marcaram dois golos dignos do mais puro Carnaval palhaço, ambos com a colaboração preciosa da nossa defesa. No primeiro, logo aos 5 minutos de jogo, pela esquerda da nossa defesa, com o lateral esquerdo, os centrais e o guarda-redes a verem jogar o adversário e a fazer o golo como quis. Isto ao minuto 5, depois de já terem desperdiçado outras duas boas ocasiões!!! No segundo golo, já na 2ª parte, quando o resultado nos era favorável por 2-1, também na sequência de um cruzamento da esquerda da nossa defesa, com a bola a ser cruzada sem a oposição do lateral esquerdo, a passar pelos centrais e a ficar próximo do lateral direito, junto de quem apareceu um fulano preto, com idade para ser avô, a rematar meio nas orelhas da bola, na direcção do nosso guarda-redes, que deixou a bola passar-lhe por debaixo do corpo!!!
Foda-se!!! Isto é Carnaval, sim senhor! E do bom!!!
 
 
De facto, Artur já merece ficar na galeria dos que valem pontos. Embora sejam negativos!!! Só neste campeonato, já vai com 4 pontos inequívocos, e sempre em ocasiões críticas: na Luz, com o CRAC (empate 2-2) e hoje. Dirão que também já fez defesas importantes, não é verdade? Pois sim. Mas, não é para isso que está lá o guarda-redes? Ele não pode é falhar, porque, quando falha, isso custa pontos!!! E ele tem falhado vezes demais. Não sei vai para Itália, se vai para a palermo portuguesa ou se vai para o raio que o parta; só sei é que tem falhado muitas vezes... e sempre em alturas em que o adversário directo mais precisa!!! Foda-se!!!!
 
Mas os méritos têm de ser repartidos, também, com Jorge Jesus!!!
É que o inventor não fez a coisa por menos do que mudar toda a ala esquerda da nossa equipa, acrescentando a troca de Rodrigo por Cardozo, na frente de ataque, na companhia a Lima.
 
 
Para ser honesto, tanto quanto me lembro, este foi um jogo ao nível daquilo que de pior já fizémos na nossa história: invenções e equívocos incríveis, sobranceria e displicência em abundância, ausência de atitude e humildade, falta de qualidade técnica e táctica e, até, falta de inteligência. É que o jogo não acabou sem que Cardozo tivesse, com o jogo parado, pontapeado um adversário, para lhe tirar a bola que este resguardava para atrasar a marcação de um pontapé de canto. E sem que Matic tivesse permitido ao filho da puta do Proença a ocasião para o expulsar, também com vermelho directo, num lance em que, estando de costas, poderá ter atingido um adversário com o braço. Claro que os adversários, nos dois lances, fizeram o filme da ordem. Outra palhaçada...
 
O jogo, em si, não merece qualquer referência, tal foi a falta de qualidade que teve.
O golo do empate foi um autogolo, num corte de um central do Nacional. O segundo golo, que nos dava uma vantagem que não soubémos ampliar - nem sequer manter... - foi obtido por Urreta, na conversão de um livre directo, a cinco metros da linha de área do adversário.
Esta foi, aliás, a única coisa digna de registo no jogo. E Urreta foi o único a fazer coisa que se visse. Os outros, todos, por uma razão ou por outra, foram miseráveis.
Para registo, e memória futura, aqui fica a lista dos que, esta tarde, devem ter dado um contributo fundamental para foder a conquista do campeonato: Artur; Maxi (Kardec, aos 89 min.), Luisão, Garay, Luisinho; Matic (expulso, aos 95 min.), Salvio, Enzo Perez, Urreta (Cardozo, aos 60 min., expulso aos 89 min.); Rodrigo (Gaitán, aos 45 min.), Lima.
Destaque, também, pela negativa, obviamente, para Jorge Jesus, não só pela forma como preparou a mente dos jogadores para este jogo e pelo escalonamento da equipa, mas também pelas substituições, absolutamente aberrantes, que operou, em especial por tirar Urreta, que estava, apenas, a ser o melhor em campo. Estava, não: foi!
 
 
PS - Depois de me terem estragado o Carnaval, só vos posso... mandar p'ró caralho!

Equipa B - acabem com essa MERDA!!!


 
A equipa B continua a conspurcar o nome do Benfica!
E a macular a Catedral, quando lá joga...
E a envergonhar os benfiquistas, por esses estádios fora...
 
Tem sido assim desde o início deste projecto, que apenas serve para dar de mamar a mais uns quantos, que estão apenas preocupados com os seus projectos pessoais e com a sua conta bancária.
Acabem com essa MERDA!!!
 
Se há alguns valores naquele grupo de jogadores - e eu acho que há muito pouco que se aproveite... - então eles devem ser trabalhados integrados na equipa principal. Treinam e trabalham durante a semana, e competem quando merecerem.
Os outros recebem guia de marcha e... vão trabalhar, dar o corpo ao manifesto, junto de quem os queira. Há ali muita merdamuita malandragem. E foi por isso, muito provavelmente, que não singraram nos clubes onde estiveram emprestados.
Vão trabalhar!!!
Vão pró caralho!!!